8.12.08
Mirante
Aqui, do alto, eu vejo tudo
Esse é o mundo em que vivo?
As estrelas mergulham no mar
E eu deixo o tempo passar
Aqui, do alto, eu vejo o mundo
Mas será que é tudo, tudo?
Seus olhos misturam o céu
E nas nuvens, cores de mel
O Sol já vem
Eu preciso ir
Mas levo teu gosto em mim
Aqui, do alto, eu vejo o mar
E te faço sonhar me amar
Seja breve, porém intenso
Já que não volta, o nosso tempo
Aqui, do alto, eu vejo cores
Serão mil amores? ou só flores?
Sinto um calor que quase arde
Será que é cedo? é tarde?
O Sol já vem
Eu preciso ir
Mas levo teu gosto em mim
Mas de Lá não vou voltar
Esqueci a trilha
Vamos voar?
Daqui de cima é tudo azul
O tempo não leva as estrelas do sul
E como amantes
Nunca vamos descer desse mirante
Mas o Sol já vem
Eu preciso ir
E levo teu gosto em mim
Esse é o mundo em que vivo?
As estrelas mergulham no mar
E eu deixo o tempo passar
Aqui, do alto, eu vejo o mundo
Mas será que é tudo, tudo?
Seus olhos misturam o céu
E nas nuvens, cores de mel
O Sol já vem
Eu preciso ir
Mas levo teu gosto em mim
Aqui, do alto, eu vejo o mar
E te faço sonhar me amar
Seja breve, porém intenso
Já que não volta, o nosso tempo
Aqui, do alto, eu vejo cores
Serão mil amores? ou só flores?
Sinto um calor que quase arde
Será que é cedo? é tarde?
O Sol já vem
Eu preciso ir
Mas levo teu gosto em mim
Mas de Lá não vou voltar
Esqueci a trilha
Vamos voar?
Daqui de cima é tudo azul
O tempo não leva as estrelas do sul
E como amantes
Nunca vamos descer desse mirante
Mas o Sol já vem
Eu preciso ir
E levo teu gosto em mim
30.10.08
Fim?
Seria esse, o fim?
Tão temido e rejeitado
Fim de segundos, horas
Fim de ano
Seria isso, o fim?
Semelhante ao pesadelo
Fim do sonho, amar
Fim de sonhar
Mas como pode ter fim
Algo infinito?
Algo que de tão imenso,
Num simples levantar de Lóttus, desaparece
Serei eu mesmo o fim?
Afinal, tudo se desmancha no ar.
Menos o tão sonhado amar
Desejado por todos, atingido por poucos(é só para loucos)
Loucos em estado terminal
Que veem o fim se aproximar e gritam
Gritam porque ainda tem muito a dizer
Correm porque ainda há muito a fazer
Serei eu, mais um desses loucos?
Que gritam ao mundo sem pensar
Que querem ser amados,
Mas principalmente querem só amar
Será esse, mais um fim
Como os de cinema?
Quando tudo está perdido
Ainda existe um caminho
Ou será que não existe fim?
Será, apenas, um atalho pro recomeço?
Como em um ciclo
De tanto girar, se acha e não acaba
Mas quem inventou o fim?
Sei que não foi o mesmo alguém
Que inventou o amor
Mas me explica, por favor
Porque tem que ser assim, o fim?
Não perdoa nem os mais simples
Nem quem só quer sorrir
Nem quem vive pra amar
Não me convences, fim
O que deve ser guardado, está guardado
Não importa o que diga, isso será lembrado
Não me entrego assim
Mas se não tenho palavra,
Nada mais tenho
O que achas que faço, ACABO?
Eu já volto pro início,
Onde o riso é leve e o céu é limpo
E quando eu menos esperar
Sei que nada mais vai acabar(Lá)
Fim?
Tão temido e rejeitado
Fim de segundos, horas
Fim de ano
Seria isso, o fim?
Semelhante ao pesadelo
Fim do sonho, amar
Fim de sonhar
Mas como pode ter fim
Algo infinito?
Algo que de tão imenso,
Num simples levantar de Lóttus, desaparece
Serei eu mesmo o fim?
Afinal, tudo se desmancha no ar.
Menos o tão sonhado amar
Desejado por todos, atingido por poucos(é só para loucos)
Loucos em estado terminal
Que veem o fim se aproximar e gritam
Gritam porque ainda tem muito a dizer
Correm porque ainda há muito a fazer
Serei eu, mais um desses loucos?
Que gritam ao mundo sem pensar
Que querem ser amados,
Mas principalmente querem só amar
Será esse, mais um fim
Como os de cinema?
Quando tudo está perdido
Ainda existe um caminho
Ou será que não existe fim?
Será, apenas, um atalho pro recomeço?
Como em um ciclo
De tanto girar, se acha e não acaba
Mas quem inventou o fim?
Sei que não foi o mesmo alguém
Que inventou o amor
Mas me explica, por favor
Porque tem que ser assim, o fim?
Não perdoa nem os mais simples
Nem quem só quer sorrir
Nem quem vive pra amar
Não me convences, fim
O que deve ser guardado, está guardado
Não importa o que diga, isso será lembrado
Não me entrego assim
Mas se não tenho palavra,
Nada mais tenho
O que achas que faço, ACABO?
Eu já volto pro início,
Onde o riso é leve e o céu é limpo
E quando eu menos esperar
Sei que nada mais vai acabar(Lá)
Fim?
26.9.08
Avesso
O silêncio tocado pelo avesso
É menos que eu mereço
E volta pro começo
Normal e sem apego
Volta do fim
Para onde vai me esqueço
Mas no início existe o som
E sendo, assim
Me sigo pro começo
Mas do som se faz o rosto
Tocado pelo avesso
É menos que eu mereço
E volta pro começo
Normal e sem apego
Não é ruim
Ou coisa alguma em que padeço
Mas do rosto foge a cor
Até chegar a mim
Quebrando o meu apreço
Mas as cores pintam o nada
Tocado pelo avesso
É menos que eu mereço
E volta pro começo
Norrmal e sem apego
Do nada fico assim
Virado pelo avesso
E do nada nasce o Sol
É menos que eu mereço
E volta pro começo
Normal e sem apego
Volta do fim
Para onde vai me esqueço
Mas no início existe o som
E sendo, assim
Me sigo pro começo
Mas do som se faz o rosto
Tocado pelo avesso
É menos que eu mereço
E volta pro começo
Normal e sem apego
Não é ruim
Ou coisa alguma em que padeço
Mas do rosto foge a cor
Até chegar a mim
Quebrando o meu apreço
Mas as cores pintam o nada
Tocado pelo avesso
É menos que eu mereço
E volta pro começo
Norrmal e sem apego
Do nada fico assim
Virado pelo avesso
E do nada nasce o Sol
15.9.08
Luzes daqui
Às vezes
Sigo astro qualquer
Vou pra qualquer lugar
Ou pro que me der
Às vezes
Passo rápido pelo olhar
Prendendo em sorriso algum
O que apenas está
Apague as luzes
Vamos ver estrelas
Meu desproibido paraíso
Pode valer a pena
Tão natural
É tomar por nosso
Algo que não é
Às vezes
Fecho os olhos e vou
Mesmo acompanhado
Busco o que sou
Às vezes
Não quero me ligar
Mas meu acaso
Te faz amar
Apague as luzes
Vamos ver estrelas
Meu desproibido paraíso
Pode valer a pena
Às vezes
Me apago de tudo
Nada busco, nada convém
Só o meu mundo
Tão natural
É tomar por nosso
Algo que não é
Às vezes
Levo alguém comigo
Pra nos provar
Que não minto
Quando sair
Apague as luzes
Sigo astro qualquer
Vou pra qualquer lugar
Ou pro que me der
Às vezes
Passo rápido pelo olhar
Prendendo em sorriso algum
O que apenas está
Apague as luzes
Vamos ver estrelas
Meu desproibido paraíso
Pode valer a pena
Tão natural
É tomar por nosso
Algo que não é
Às vezes
Fecho os olhos e vou
Mesmo acompanhado
Busco o que sou
Às vezes
Não quero me ligar
Mas meu acaso
Te faz amar
Apague as luzes
Vamos ver estrelas
Meu desproibido paraíso
Pode valer a pena
Às vezes
Me apago de tudo
Nada busco, nada convém
Só o meu mundo
Tão natural
É tomar por nosso
Algo que não é
Às vezes
Levo alguém comigo
Pra nos provar
Que não minto
Quando sair
Apague as luzes
13.9.08
Boa noite, Boa sorte
Não venha me contar
Suas coisas tristes
Tudo o que existe se vai no ar
E mesmo se falar
Tampo meus ouvidos
Tudo o que existe se vai no ar
Você vai precisar
Cubra bem os olhos
Tudo o que existe se vai no ar
Não venha me questionar
Já estou voando
Tudo o que existe se vai no ar
Você vai precisar
Se perdem no escuro
Tudo o que existe se vai no ar
Se eu te enxergar
De longe, grito
Tudo o que existe se vai no ar
Quando tropeçar
No seu próprio nada
Tudo o que existe se vai no ar
Você vai precisar
Te dou minha estrela
Mas tudo o que existe se vai no ar
12.9.08
Preciso ir...
Sem rumo, sem compania e sem novas idéias. Fechei meus olhos e parti em linha reta para qualquer lugar. Ao abrí-los, logo reconheci uma esquina rochosa que há muito eu não via. A distância até a água do mar era a mesma, as ondulações na areia também. Encostei nela, buscando os detalhes que agora, a claridade do dia me permitia reparar. Conclui, com alguma tristeza, que hoje, ela é apenas uma esquina, como essas em que dois caminhos se cruzam e, depois seguem... uma pedra.
Molhei meu rosto, tentando despertar mais uma vez, nem que por alguns segundos, desse transe que há algumas semanas vem me drogando. Inútil, não consegui. Começei então, a escalar a pedra, como se lá em cima eu fosse encontrar uma resposta, um sinal. No alto, caminhei lentamente até a beirada com o intenso desejo de seguir em frente pela última vez e não mais ter que carregar o peso de sentir. Decidi. Como forma de me despedir do mundo, olhei para cima. Por uma fração de segundo, pensei ter visto um balão, enxerguei o Sol, e depois mais nada.
Acordei, sem saber quanto tempo havia passado, mas me sentindo bem, livre...
Não sei se ainda estou vivo, mas com certeza estou mais vivo do que antes.
Lembro de ouvir o Sol me dizer para seguir o meu próprio caminho, da próxima vez.
Agora, preciso ir...
Molhei meu rosto, tentando despertar mais uma vez, nem que por alguns segundos, desse transe que há algumas semanas vem me drogando. Inútil, não consegui. Começei então, a escalar a pedra, como se lá em cima eu fosse encontrar uma resposta, um sinal. No alto, caminhei lentamente até a beirada com o intenso desejo de seguir em frente pela última vez e não mais ter que carregar o peso de sentir. Decidi. Como forma de me despedir do mundo, olhei para cima. Por uma fração de segundo, pensei ter visto um balão, enxerguei o Sol, e depois mais nada.
Acordei, sem saber quanto tempo havia passado, mas me sentindo bem, livre...
Não sei se ainda estou vivo, mas com certeza estou mais vivo do que antes.
Lembro de ouvir o Sol me dizer para seguir o meu próprio caminho, da próxima vez.
Agora, preciso ir...
8.9.08
(De)pendência
Tenho uma sensação estranha
Nem ruim, nem boa
Mas estranha
Que nada me diz mais
Nada me diz
Tenho uma vontade crua
Nem velha, nem nova
Mas crua
Que nada me diz mais
Nada me diz
Não me largue justo agora
Que não preciso de você
Apenas te quero mais
Tenho uma idéia nossa
Nem minha, nem sua
Mas nossa
Que nada me diz mais
Nada me diz
Tenho uma falta falsa
Nem aqui, nem lá
Mas falsa
Que nada me diz mais
Nada me diz
Não me largue justo agora
Que não preciso de você
Apenas te quero mais
Nem ruim, nem boa
Mas estranha
Que nada me diz mais
Nada me diz
Tenho uma vontade crua
Nem velha, nem nova
Mas crua
Que nada me diz mais
Nada me diz
Não me largue justo agora
Que não preciso de você
Apenas te quero mais
Tenho uma idéia nossa
Nem minha, nem sua
Mas nossa
Que nada me diz mais
Nada me diz
Tenho uma falta falsa
Nem aqui, nem lá
Mas falsa
Que nada me diz mais
Nada me diz
Não me largue justo agora
Que não preciso de você
Apenas te quero mais
6.9.08
Deixa
Às vezes me sinto mais leve que o Sol
Subindo às três
Confiante de tudo
Que me falha e não sei
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Sempre senti o teu gosto de mar
Subindo depois das seis
Alheio a tudo
Que eu tanto ansiei
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Nunca senti teu medo de estrela
Caindo antes das três
Vazio com tudo
Que te mudou ou te fez
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Ainda sinto o peso do céu
Caindo às seis
Iludido com tudo
Que restou e refez
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Deixa...
Subindo às três
Confiante de tudo
Que me falha e não sei
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Sempre senti o teu gosto de mar
Subindo depois das seis
Alheio a tudo
Que eu tanto ansiei
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Nunca senti teu medo de estrela
Caindo antes das três
Vazio com tudo
Que te mudou ou te fez
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Ainda sinto o peso do céu
Caindo às seis
Iludido com tudo
Que restou e refez
Mas se não for,
Me escondo outra vez
Deixa...
5.9.08
Humana Música
No início, a música usa suas notas e o intervalo entre elas para se apresentar. A primeira impressão é decisiva, se ela for negativa, a música é rapidamente abortada. No caso de uma boa impressão, tudo começa a fluir e a aparentar a perfeição. Lá para o meio, já conhecemos a sua intimidade, e podemos escolher entre dois caminhos: trocar de música, se ela não for tudo aquilo que pensamos antes, ou emprestar-lhe nossos ouvidos por mais alguns, vários segundos. Se a escolha for pela primeira opção, tudo acaba AQUI.
Eu escolho a segunda. Por mais que lutemos contra, a repetição é inevitável, e não se pode garantir que o encanto inicial sobreviverá. Essa tendência é um vício humano que nos leva a transformar coisas especiais em coisas corriqueiras, chegamos a acreditar que já conhecemos toda a intimidade da música. Engano nosso. Ela continua e pode nos surpreender a qualquer momento com uma modulação, um solo, ou o que a imaginação permitir. Esse clímax tem o poder de alterar, como bem o convir, tudo o que foi ouvido e dito para melhor ou pior.
Ao se aproximar do silêncio, resta aos sobreviventes uma última escolha: aceitar a efemeridade de todas as coisas físicas e seguir em frente, como se nada tivesse acontecido, ou eternizar tudo isso em forma de sentimento, como fazem as pessoas que amam.
Nós, os românticos, até escutamos novamente a mesma música.
Eu escolho a segunda. Por mais que lutemos contra, a repetição é inevitável, e não se pode garantir que o encanto inicial sobreviverá. Essa tendência é um vício humano que nos leva a transformar coisas especiais em coisas corriqueiras, chegamos a acreditar que já conhecemos toda a intimidade da música. Engano nosso. Ela continua e pode nos surpreender a qualquer momento com uma modulação, um solo, ou o que a imaginação permitir. Esse clímax tem o poder de alterar, como bem o convir, tudo o que foi ouvido e dito para melhor ou pior.
Ao se aproximar do silêncio, resta aos sobreviventes uma última escolha: aceitar a efemeridade de todas as coisas físicas e seguir em frente, como se nada tivesse acontecido, ou eternizar tudo isso em forma de sentimento, como fazem as pessoas que amam.
Nós, os românticos, até escutamos novamente a mesma música.
Voo
Tento te esquecer
Mil bocas ao beijar
Sinto não ter
Lembrança pra contar
Te perco ao me achar
Sem hora pra voltar
Sinto não querer
Mais encontrar você
O pensamento voa
Voo ao pensar
Penso não ser
Como seus olhos crêem ver
Da sua visão eu sinto dó
Mesmo eu sendo só
Conheço um lugar
Livre pra sonhar
Sem culpas ao morrer
Fujo pra não dizer
Lá, o pensamento voa
Voo ao pensar
Desencontro ao fugir
Rabiscando o meu sol
No horizonte a se perder
E mais me perco e vou voar
Mil bocas ao beijar
Sinto não ter
Lembrança pra contar
Te perco ao me achar
Sem hora pra voltar
Sinto não querer
Mais encontrar você
O pensamento voa
Voo ao pensar
Penso não ser
Como seus olhos crêem ver
Da sua visão eu sinto dó
Mesmo eu sendo só
Conheço um lugar
Livre pra sonhar
Sem culpas ao morrer
Fujo pra não dizer
Lá, o pensamento voa
Voo ao pensar
Desencontro ao fugir
Rabiscando o meu sol
No horizonte a se perder
E mais me perco e vou voar
1.2.08
Sol
Esperar o sol
voltar outra vez,
Rindo, a sós
De nada a perder
Vou virar só
Sem te ter
Então eu viro um sol
Pra te ver
Mas, Sol, não posso crer
Em tua chama
Que me vem e vai
Descasa e chama
Me espera, Sol
Não se esconda
Se fica só
Me acompanha
Não me venha, Lua,
Por constar
Nua é a luz sua
Que nem cega ao olhar
E se ,vermelha, fica
Também me olha
No horizonte guia
Nosso passar de horas
Quando cedo cai,
Tarde volta
E um novo dia sai,
Já brilha agora...
E esperar o sol
voltar outra vez,
Rindo, a sós
De nada a perder
voltar outra vez,
Rindo, a sós
De nada a perder
Vou virar só
Sem te ter
Então eu viro um sol
Pra te ver
Mas, Sol, não posso crer
Em tua chama
Que me vem e vai
Descasa e chama
Me espera, Sol
Não se esconda
Se fica só
Me acompanha
Não me venha, Lua,
Por constar
Nua é a luz sua
Que nem cega ao olhar
E se ,vermelha, fica
Também me olha
No horizonte guia
Nosso passar de horas
Quando cedo cai,
Tarde volta
E um novo dia sai,
Já brilha agora...
E esperar o sol
voltar outra vez,
Rindo, a sós
De nada a perder
25.1.08
Estranho
Estranho pensar em você
Ainda com muito a dizer
Sigo pensando em estranhos
Estranho te ter que contar
Tudo o que imaginar
E sigo contando a estranhos
Se não mais voltar
Não fale com estranhos
Não vá se perder
No mundo dos sonhos
(Reais...)
Estranho ter que fingir
Tudo o que sinto sentir
E sigo fingindo a estranhos
Estranho poder te olhar
Ainda sem nada a ganhar
Sigo olhando estranhos
Se não mais voltar
Não fale com estranhos
Não vá se perder
No mundo dos sonhos
(Reais...)
Estranho ouvir se perder
Palavra vinda de você
E eu sigo ouvindo estranhos
Estranho te ver partir
Sem rumo em ti
E eu sigo vendo estranhos
Se não mais voltar
Não fale com estranhos
Não vá se perder
No mundo dos sonhos
(Reais...)
Ainda com muito a dizer
Sigo pensando em estranhos
Estranho te ter que contar
Tudo o que imaginar
E sigo contando a estranhos
Se não mais voltar
Não fale com estranhos
Não vá se perder
No mundo dos sonhos
(Reais...)
Estranho ter que fingir
Tudo o que sinto sentir
E sigo fingindo a estranhos
Estranho poder te olhar
Ainda sem nada a ganhar
Sigo olhando estranhos
Se não mais voltar
Não fale com estranhos
Não vá se perder
No mundo dos sonhos
(Reais...)
Estranho ouvir se perder
Palavra vinda de você
E eu sigo ouvindo estranhos
Estranho te ver partir
Sem rumo em ti
E eu sigo vendo estranhos
Se não mais voltar
Não fale com estranhos
Não vá se perder
No mundo dos sonhos
(Reais...)
24.1.08
Libertino
Não vou chorar seus pesares
Nem pensar ao correr
Me liberto do mundo
Sou libertino de ser
Não vou amar seus carinhos
Nem rezar ao sofrer
Me liberto de tudo
Sou libertino de ser
Não vou rir suas graças
Nem hesitar ao prazer
Me liberto do mundo
Sou libertino de ser
Não vou trilhar seu caminho
Nem errar por você
Me liberto de tudo
Sou libertino de ser
Não vou roubar suas coisas
Nem furtar, nem querer
Me liberto disso
Sou libertino de ser
Não vou queimar minha língua
Nem matar pra viver
Me liberto da estepe
Mas, sou lobo de ser
Nem pensar ao correr
Me liberto do mundo
Sou libertino de ser
Não vou amar seus carinhos
Nem rezar ao sofrer
Me liberto de tudo
Sou libertino de ser
Não vou rir suas graças
Nem hesitar ao prazer
Me liberto do mundo
Sou libertino de ser
Não vou trilhar seu caminho
Nem errar por você
Me liberto de tudo
Sou libertino de ser
Não vou roubar suas coisas
Nem furtar, nem querer
Me liberto disso
Sou libertino de ser
Não vou queimar minha língua
Nem matar pra viver
Me liberto da estepe
Mas, sou lobo de ser
20.1.08
Desencontro
Me encontre na esquina do horizonte
Mas quando me vir não corra e conte
Que ela não pode ser sua
Como o Sol é da Lua
Me encontre na esquina ao Sul
Mas quando vir o nosso caminho azul
Ela não será mais tua
Como o Sol é da Lua
Me encontre na esquina ao Norte
E quando me vir rimando com sorte
Ela será por pouco tua
Como o Sol é da Lua
Me encontre na esquina a Oeste
E quando me vir esperando a Leste
De longe, será tua
Como o Sol é da Lua
Mas quando me vir não corra e conte
Que ela não pode ser sua
Como o Sol é da Lua
Me encontre na esquina ao Sul
Mas quando vir o nosso caminho azul
Ela não será mais tua
Como o Sol é da Lua
Me encontre na esquina ao Norte
E quando me vir rimando com sorte
Ela será por pouco tua
Como o Sol é da Lua
Me encontre na esquina a Oeste
E quando me vir esperando a Leste
De longe, será tua
Como o Sol é da Lua
16.1.08
Mundo Eu
Mundo Meu,
Vai longe
Mais perto de nunca
Se encontrar
Louco Mundo,
Vou contigo
Mais alto
Pra não voltar
A ver Navios
Em terra firme
Olhando o céu
Desejando o mar
Mundo Louco,
Em suas cores
Nuances várias
Perdidas achadas
No meu mundo,
Não há dor
Pelo vidro abstraiu
E vejo flor
E se você for,
Vou contigo
Mais alto
Não vou voltar
A ver navios
Em terra firme
Olhando o céu
Sonhando o mar...
Meu mundo,
Louca mente
se abre em asas
para voar
Mas, Mundo Eu,
Não vá embora
Não me deixe aqui
Voando as horas
No meu mundo
Não há flor
Pelo vidro abstraiu
e vejo dor
E se for,
Vou contigo
Mais alto
Não vou voltar
A ver navios
Em terra firme
Olhando o céu
Sonhando amar
Mundo Meu,
Vai longe
Mais perto de nunca
Se encontrar...
Vai longe
Mais perto de nunca
Se encontrar
Louco Mundo,
Vou contigo
Mais alto
Pra não voltar
A ver Navios
Em terra firme
Olhando o céu
Desejando o mar
Mundo Louco,
Em suas cores
Nuances várias
Perdidas achadas
No meu mundo,
Não há dor
Pelo vidro abstraiu
E vejo flor
E se você for,
Vou contigo
Mais alto
Não vou voltar
A ver navios
Em terra firme
Olhando o céu
Sonhando o mar...
Meu mundo,
Louca mente
se abre em asas
para voar
Mas, Mundo Eu,
Não vá embora
Não me deixe aqui
Voando as horas
No meu mundo
Não há flor
Pelo vidro abstraiu
e vejo dor
E se for,
Vou contigo
Mais alto
Não vou voltar
A ver navios
Em terra firme
Olhando o céu
Sonhando amar
Mundo Meu,
Vai longe
Mais perto de nunca
Se encontrar...
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